Artigo
As
reflexões sobre Televisão Digital (TVD) no Brasil não são recentes, antes de
sua implantação foram necessários anos de pesquisa na área de tecnologia,
entretanto a área da Comunicação esteve muito ausente nesses estudos. O que não
deveria ocorrer já que não se cria uma tecnologia sem preparar o campo em que
ela será utilizada. Como todas as mudanças tecnológicas que tivemos no passado,
a digitalização chega para formar uma nova geração jornalística.
No
Brasil, grande parte das publicações sobre o assunto analisou os modelos
internacionais de modo exploratório, como base para o desenvolvimento de um
modelo nacional compatível com nossa demanda e nossa cultura. (Teixeira,2009).
Mas há uma falta de estudos para a montagem de programas feitos para a teve
digital. O modelo existe, e a interatividade está contando os dias para entrar
nas grades de programação, mas e os jornalistas, como estão lidando com esta
mudança? Este paper tem o intuito de mostrar como a era digital na televisão
vem mudando formatos, e como os jornalistas televisivos estão projetando um
novo formato de conteúdo, e como reage o público com esse novo modo de fazer
televisão.
O
projeto da televisão digital surgiu da demanda de usuários dos novos meios de
comunicação, como a internet, que possibilitaram a implantação da
interatividade. É necessário compreender a mudança que a sociedade atual
vivencia, é quase possível hoje estar em todos os lugares sem se mover por meio
da virtualidade – seja por uma tela de computador, celulares ou TVD. Estão aí
para comprovar o MSN, os torpedos de celulares, as videoconferências, os
videojogos em rede, por exemplo. Esse público digitalizado quer participar mais
da televisão e a TVD com interatividade é um bom espaço de participação e
visibilidade.
“Televisao interativa pode ser definida como qualquer coisa que torne possível ao telespectador se engajarem em um diálogo com as pessoas que fazem um canal de televisão, programa ou serviço. Mais especificamente, pode ser definida como um diálogo que leva os telespectadores além da experiência passiva de assistir e os permite fazer escolhas ou praticar ações – mesmo que as ações sejam tao simples como preencher um cartão postal e envia-lo pelo correio, ou desenhar uma imagem na tela da televisão.” (Gawlinski,
2003, p.5 - Tradução nossa).
Como estamos em relação ao mundo?
Em
2006, o Brasil adotou o padrão Integrated
Services Digital Broadcasting Terrestrial (ISDB-T) como o sistema de
televisão digital brasileiro, entretanto anteriormente haviam sido realizadas
diversas pesquisas para a produção de um sistema próprio. O melhor projeto
nacional de software de interação para Televisão Digital foi o Ginga,
desenvolvido pela PUC-RJ e pela UFPB. E apesar de não ser aprovado todo o
projeto nacional, o Ginga foi aprovado como sendo o aplicativo mediador da
interação digital. O padrão brasileiro é nissei, misto de japonês e brasileiro.
O
padrão ISDB, originário do Japão, por ter sido o último dos três padrões
desenvolvidos e a ser colocado em uso no mundo, tem tecnologia mais avançada e
sendo um produto japonês, tem como alvo o público nipônico que possui muita
familiaridade com celulares, o padrão tem como diferencial a portabilidade que
permite a captação de sinal digital por aparelhos celulares, tornando a
televisão mais presente ainda na vida das pessoas. Se hoje temos estudos de
como as pessoas absorvem a programação sentadas no sofá de sua casa, logo
teremos de fazer estudo de caso em como as pessoas veem televisão em lugares
não comuns anteriormente, como ônibus, trem ou carro.
Mais
uma novidade é a TVDi, televisão digital interativa. Mas o que é
interatividade? Segundo Pierre Levy “o modelo da mídia interativa é
incontestavelmente o telefone”, já para Lauro Teixeira “entende-se como mídia
interativa toda aquela que se desprende do modelo “um para muitos”, permitindo
certa participação do receptor”. Portanto além de usar o celular para ver
televisão no ônibus, podemos, por exemplo, usar a televisão para responder
enquetes usando apenas o controle remoto.
Está
surgindo uma tecnologia convergente, que dialoga com celulares e dispositivos
móveis em ônibus e trens, independente da velocidade e com nenhum prejuízo ao
conteúdo audiovisual e a interatividade. Contudo as reflexões sobre a produção
de conteúdos jornalísticos, ainda são principiantes, o que se encontra na
literatura do gênero são experiências isoladas de pilotos de telejornal
brasileiro usando a tecnologia SBTVD-T, nas empresas de televisão e nas
faculdades de jornalismo de todo o Brasil. As grandes emissoras estão
aguardando para colocar em rede um telejornal em HD, enquanto canais como a
Rede TV já veicula programas nesse formato. O que preocupa é a inércia de
muitos profissionais de televisão, sobretudo jornalistas, quanto à preparação
para a entrada da interatividade nos programas, na verdade não se sabe como nem
quando efetivamente entrará em vigor esse sistema de resposta do público.
No
Brasil tudo ainda esta em período de testes, o padrão ainda é um akatian, um japonesinho que ainda está
aprendendo a dar os primeiros passos. E pela inexperiência, ao montar programas
pilotos, baseia-se nas produções da TV BBCi do Reino Unido. Esta que tem investido
em programas interativos, já há algum tempo, já que na Europa o sistema digital
já esta implantado há mais tempo. A BBC é atualmente a principal referência
para outros produtores de conteúdo televisivo no mundo todo, na era digital não
seria diferente.
Afinal como funciona a
interatividade?
A
interatividade na tevê digital pode ser com ou sem retorno. Sem o canal de
retorno, o que é o caso das tevês a cabo atualmente no Brasil, no qual o
usuário recebe em seu aparelho receptor de sinal um pacote de aplicativos e
pode dispor da escolha e formatação de conteúdo que consome por meio de
alternativas que o emissor propõe, podendo ser um ângulo diferente de câmera em
um show, ou informações extras em um programa de entretenimento, ou apenas um
guia de programação. Distinto de quando há canal de retorno, ausente no Brasil,
que permite ao usuário participar efetivamente da programação, contribuindo
para a formação dos valores, seria o envio de mensagens ou vídeos, jogos
on-line, comunicação com órgãos governamentais, tudo usando apenas o controle
remoto da televisão.
Talvez
a interatividade esteja “engatinhando” no Brasil porque o público já se
acostumou a pegar os extras na internet, responder enquetes de programação por e-mail,
SMS, ou no site do telejornal. Alguns estudiosos afirmam que o twitter já
ocupou o papel dessa interatividade. Se para Levy a interatividade maior era o
telefone, hoje podemos afirmar que a interatividade é o twitter. Basta
verificar os perfis dos jornalistas e apresentadores de televisão, que recebem
quase que instantaneamente as respostas do que esta sendo dito ao vivo.
Mas
o que precisa ser feito quando for incluída de vez a interatividade, e não for
mais necessário usar o laptop em frente à televisão, porque o controle remoto
executará sozinho essa interatividade. O jornalismo é um campo fértil para o
uso da interação digital, por tratar de realidade, e mexer diretamente na vida
das pessoas. Se for realizado um bom trabalho de vinculação emocional, não ao extremo
sensacionalismo que ocorre hoje, mas a repercussão de noticias de uma forma um
pouco mais humanizada. Um caso recente na mídia é o atropelamento de um grupo
de ciclistas em Porto Alegre, mais um caso de massificação da tragédia, no
telejornal local as imagens de um cinegrafista amador foram mostradas apenas no
dia seguinte ao acontecido, se a interatividade já estivesse atuante, esse caso
poderia ter tido na televisão a dimensão que teve no twitter. Já que, a televisão é o meio de comunicação
mais popular, o atropelador talvez não tivesse sido liberado do presídio
central 40 dias após o crime. Seria a
interatividade ajudando a abrir os olhos cegos da justiça? Ou apenas o uso
efetivo de um meio de comunicação por seus telespectadores, sendo então a voz
do povo.
Na
verdade a interatividade já existia na televisão brasileira antes da
digitalização. A década de 90 foi um período de inserção de interatividade na
programação ficcional, como é o caso do programa Você Decide, da Rede Globo, ou
de programa de entretenimento como o Batalha de Clipes, da MTV. No primeiro,
era exibido um episódio dramático e/ou polêmico e que poderia ter dois finais,
o público votava o final por telefone, o segundo programa era dois clipes que
tocavam ao mesmo tempo, em tela dividida ao meio, por telefone o público votava
e via o final do clipe mais votado. Um estudo americano de 2001 sobre “Como as
pessoas usam a televisão interativa”, da Statistical Research, mostrou que 72%
dos americanos que usavam a TV digital disseram que não se interessam pela
interatividade oferecida por programas de televisão. No Brasil, há grandes
chances da interatividade engrenar, se Você Decide e muitos outros programas
esportivos que divulgam interativa online recebem grande quantidade de
respostas, com o simples uso do controle remoto tem tudo para dar certo.
Pode-se prever mais um
período jornalístico?
Os
jornalistas estão em um período de mudança de plataforma, e que os deixa
confusos e desamparados em alguns momentos, já que ao buscar na literatura do gênero
só encontram exemplos importados e de uma realidade diferente da de seu país.
Os pesquisadores Alan César Belo Angeluci e Cosette Espíndola de Castro, Universidade
Estadual Paulista – UNESP, apontam algumas modificações, necessárias de serem realizadas,
e outras são quase que previsões do apocalipse. No artigo publicado pela
revista PJ:BR - Jornalismo Brasileiro. Fala da desconstrução da
estrutura tradicional de um telejornal, o que certamente causará um impacto, essa
mudança segundo eles acontecerá muito em breve, os conteúdos telejornalísticos
da TV aberta e gratuita brasileira deverão mudar de visão. E a mudança no
mercado audiovisual mostra que a digitalização traz a duvida de o que os
jornalistas têm feito para repensar o modelo analógico do fazer
telejornalístico? Atualmente fala-se
mais da imagem do que do conteúdo em si, parece futilidade, mas uma das
primeiras mudanças na vida dos jornalistas de televisão é que os pancakes deram lugar a uma maquiagem
muito mais espessa para correção das imperfeiçoes de pele.
De
acordo com os pesquisadores, o jornalista precisa estar preparado para essa desconhecida
nova forma de produção de conteúdos, não somente em termos de domínio
tecnológico, mas também na forte presença das formas hipermidiáticas e
interativas da comunicação em rede. Estimular profundas mudanças estéticas,
simbólicas e sociais, afetando os níveis discursivos da informação televisiva.
A questão da convergência dos meios chama atenção para as “narrativas
transmidiáticas”, termo criado por Henri Jenkins, americano professor de
comunicação. A dificuldade é que na TV analógica o papel do jornalista era
informar e interpretar os fatos de maneira que fosse mais bem entendido em
relação a seu impacto na sociedade, hoje o profissional interconectado está
diante da função de mediar às múltiplas informações que recebe na hora de
construir a notícia, já que essas informações chegam também do público e não
apenas do campo da produção. É necessário aumentar a checagem de informação precisa
ser, não apenas por duvidar da fonte, mas porque o público não é o mais
capacitado para investigar. O jornalista precisa estar preparado para
aprofundar conteúdo, apurar fatos mais rapidamente e investigar como há muito
tempo não se fazia. O público já possui a informação, o que ele precisa é a
interpretação, o complemento, o conteúdo. O jornalista é o produtor de conteúdo
e não apenas o emissor de notícias.
Segundo
o artigo da UNESP, A práxis na televisão digital - O despertar do
hipertelejornalista - o diferencial do hipertelejornalista está em criar uma
nova organização da informação, novos fluxos de acesso para respaldar a
qualidade das informações, superar esse status de simples narrador de fatos. “Baseado
nos novos sistemas de informação, ele organiza a informação por meio da unidade
– o link – e combina um conjunto muito mais amplo de fatos e circunstâncias
contextualizados por meio de uma hierarquia.” O jornalista recebe neste artigo
o prefixo hiper porque agora além de
ser o guia de informações noticiosas no ciberespaço, independente da plataforma
tecnológica, pois ele terá que desenvolver conteúdos digitais interativos para
uma ou várias plataformas convergentes entre si.
Mais
um termo novo são as narrativas transmidiáticas: informação mais fluída tem o objetivo
de se dar ênfase a oferta de dados, texto, áudio e imagem integrados. O futuro
jornalista será muito mais baseado na interatividade e no hipermídia, e que
significa também a busca para propiciar a audiência uma experiência mais
contextualizada, ajudando-a a interpretar os fatos narrados.
Os
profissionais de televisão precisam adotar as estratégias das redes sociais da
internet na TVD. Acessando um canal de telejornal além da exibição do programa,
uma série de possibilidades se abre os telespectadores, através de contato com
os apresentadores, participação em enquetes e fóruns, acesso a notícias
recentemente atualizadas. Essas participações podem ser medidas e assim servir
de base, por exemplo, para a medição de índices de audiência.
O
jornalista é o exemplo de profissional que não pode jamais estar desatualizado,
no futuro próximo será fundamental que esse novo produtor de conteúdo conheça
as ferramentas de software gráfico, o uso de dados provenientes do processo de
interatividade, as funcionalidades do middleware Ginga e as possibilidades de
interatividade que ainda estão por ser descobertas. O conteúdo, agora
interativo, vai partir da lógica dos hiperlinks, utilizando áudio, imagens e
dados em separado ou juntos. Isso tornará a programação muito mais complexa no
campo da produção, mas muito mais interessante e atraente para as audiências.
Neste
mesmo artigo, em tom apocalíptico os autores falam do fim da linearidade no
processo de produção telejornalística. Profetizam o fim da estrutura convencional
de uma redação de teve: pauteiros, produtores, repórteres e editores, todos vão
mudar de função. A digitalização será o fim do conceito de deadline jornalístico relativiza-se em tempos de uma comunicação
cada vez mais instantânea, cada vez mais em tempo real, em que as informações
são constantemente atualizadas.
“A
estrutura das notícias – em forma de notas simples, notas cobertas, boletins ou
reportagens – já estão sofrendo mudanças em sua seqüência lógica para
viabilizar as experiências interativas e hipermidiáticas. Se antes o texto de
TV não era para ser lido e sim somente ouvido, configurando uma das principais
características do telejornalismo analógico – a instantaneidade – com as novas
tecnologias essa regra se torna mais flexível. As possibilidades de uso de
dados adicionais exigem uma revisão estética e narrativa dessas estruturas.”
Por
outro lado, as produções para TV também exigirão um nível de detalhamento até a
pouco impensado, devido à qualidade da imagem digital. Os roteiristas deverão
pensar em novos conteúdos, tendo como fundamento a possibilidade de
participação dos usuários através do canal de retorno e a convergência entre
plataformas digitais. Gil Barros propõe três categorias para os aplicativos de
teve digital:
-
TV expandida: em que o aplicativo interativo esta vinculado a um programa de tevê,
como, por exemplo, as enquetes e chats de um reality show.
-
Serviço interativo: em que o televisor passa a servir como um terminal de
acesso a conteúdo que não possuem vínculos diretos com a programação da teve,
por exemplo, teve banking, previsão do tempo.
Infraestrutura:
interfaces e mapas de navegação que dão acesso ao conteúdo, mas que não são o
conteúdo em si. O único que já faz parte da televisão paga no Brasil. São os
guias de programação e menus.
André
Barbosa Filho, diz que a própria noção de grade televisiva deverá sofrer
mudanças substanciais, tornando-se mais flexível. O autor propõe que as grades
poderão ser acessadas e abertas como links, permitindo ao público que possua interatividade
com canal de retorno seguir as propostas de roteiros alternativos de cada
programa.
Concluímos
que os apontamentos sobre a entrada da interatividade na televisão ainda deixa
os jornalistas um pouco sem base para a produção de conteúdo adaptativo para
esse novo aplicativo. A incerteza de quando finalmente teremos o público
interagindo com os produtores de conteúdo torna desnecessária a pressa que hoje
é imposta dentro das universidades, aos então futuros jornalistas. É preciso
sim ter um conhecimento avançado, mas as incertezas desprestigiam esses
profissionais além de seu tempo. Os jornalistas intelectualmente estão
preparados para enfrentar essa nova etapa. Quem não está preparado é os sistema
ISDB. É chavão dizer, mas falar em interatividade como um novo paradigma, uma
nova era é fazer tempestade em copo d´agua.
Certamente
a interatividade torna os meios de comunicação muito melhores, mas as previsões
mostram que não passarão de extras na programação. A interatividade também é um
caminho ótimo para os serviços públicos, poder fazer declaração de imposto de
renda, buscar dados do IBGE, sentado no sofá usando apenas o controle remoto
são facilidades na vida de todos. Mas o fazer jornalismo, a busca de
informação, a investigação, não isso não vai mudar apenas por ter um novo canal
de envio de dados.
E
quanto a adaptação do público, é fazer uma afronta a Dominique Wolton, que
afirma que a televisão evidentemente os influencia, mas todas as pesquisas, ao
longo de meio século, provam que o público sabe assistir às imagens que recebe.
O publico jamais passivo, nem neutro. “O público filtra as imagens em função
dos seus valores, [...] o público é inteligente” (Wolton, 2006, p.6). Antes da
interatividade, as respostas saiam da boca dos telespectadores diretamente para
os ouvidos de quem era seus companheiro de sofá, em breve, os telespectadores
poderão dar boa noite diretamente ao casal apresentador do Jornal Nacional.
Mudam os formatos, mas a fidelização de público independe dos aplicativos usados.
Referências bibliográficas:
BARROS, Gil. A consistência da interface com o
usuário para a TV interativa. São Paulo: POLI-USP,2006.
BARBOSA FILHO, A.; CASTRO, C. “Apontamentos para a
implantação da TV públicadigital no Brasil”. In: SQUIRRA, S.; FECHINE, Y.
(Org.). Televisão digital. Porto Alegre: Sulina, 2009.
CIRNE, L.; FERNANDES, M.; PÔRTO, E. “Perspectivas da
Interatividade no Telejornalismo da TV digital brasileira”. In: SQUIRRA, S.;
FECHINE, Y. (Org.). Op. Cit. ANGELUCI, Alan César Belo. O
despertar do hipertelejornalista. Revista PJ:BR - Jornalismo
Brasileiro Nº 12 - Nov. 2009, acessível em http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/artigos12_f.htm
visualizado em 10/04/2011.
Teixeira, Lauro. Televisão Digital,
interação e usabilidade. 2009.
Lévy, pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na
era da informativa. 1993.
LEVY,
Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.
Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos
Interdisciplinares da Comunicação, acessível em www.intercom.org.br
MARCONDES
FILHO, Ciro. Haverá Vida após a Internet? In: Revista Famecos, no 16, Porto
Alegre: 2001.
PELLANDA,
Eduardo. TV Digital, mobilidade e quebra da linearidade, acessível em http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/famecos/article/viewFile/891/678
visualizado em 10/04/2011.
ANGELUCI,
Alan César Belo. O despertar do hipertelejornalista. Revista PJ:BR -
Jornalismo Brasileiro Nº 12 - Nov. 2009, acessível em http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/artigos12_f.htm
visualizado em 10/04/2011.
Revista FAMECOS, Porto Alegre • v.
17 • n. 1 • p. 65-73 • janeiro/abril • 2010.
Nenhum comentário:
Postar um comentário